
{"id":70240,"date":"2020-08-09T19:31:32","date_gmt":"2020-08-09T22:31:32","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalbeirario.com.br\/portal\/?p=70240"},"modified":"2020-08-10T11:02:40","modified_gmt":"2020-08-10T14:02:40","slug":"presidente-de-ong-e-historiadora-falam-sobre-acao-contra-hidreletrica-do-rio-aiuruoca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalbeirario.com.br\/portal\/?p=70240","title":{"rendered":"Hidrel\u00e9trica no rio Aiuruoca: como essas obras podem afetar Resende e Regi\u00e3o das Agulhas Negras?"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-70251\" src=\"https:\/\/jornalbeirario.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/hidreletrica2-169x300.jpg\" alt=\"\" width=\"169\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/jornalbeirario.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/hidreletrica2-169x300.jpg 169w, https:\/\/jornalbeirario.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/hidreletrica2.jpg 480w\" sizes=\"auto, (max-width: 169px) 100vw, 169px\" \/>Um grupo de seis associa\u00e7\u00f5es sem fins lucrativos, entre elas a Crescente F\u00e9rtil, com sede no distrito da Serrinha, em Resende, entraram nesta sexta-feira, dia 7, com uma <a href=\"https:\/\/jornalbeirario.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/OSCs-Amicus-Curiae-PJe.pdf\">A\u00e7\u00e3o Civil P\u00fablica<\/a> contra o estado de Minas Gerais, a Prefeitura de Alagoa, a Superintend\u00eancia Regional de Meio Ambiente Sul de Minas (Supram) e as empresas Alagoa 2 Energia Ltda e a Polif\u00e9rtil Energia Eireli. Elas tentam embargar as obras da constru\u00e7\u00e3o de duas Centrais Geradoras Hidrel\u00e9tricas (CGH), Navitas Energia Sacramento II e Navitas Energia Sacramento III, no rio Aiuruoca (na foto ao lado), no munic\u00edpio de Alagoa, munic\u00edpio localizado no Sul de Minas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As seis entidades se manifestaram com base no artigo 4\u00ba da Lei Federal n\u00ba 7.347\/85, com o objetivo de evitar um dano ambiental ainda maior para a \u00e1rea. A a\u00e7\u00e3o defende que os dois empreendimentos est\u00e3o sendo constru\u00eddos em pleno &#8220;bioma da Mata Atl\u00e2ntica, de vital import\u00e2ncia para as comunidades humanas e n\u00e3o humanas nas terras altas da Mantiqueira, que possui forma especial e constitucional de prote\u00e7\u00e3o&#8221;. E que o &#8220;Minist\u00e9rio P\u00fablico (de MG), com muita raz\u00e3o, sustenta que a autoriza\u00e7\u00e3o legal para a instala\u00e7\u00e3o dos empreendimentos \u00e9 incompat\u00edvel com o modelo de licenciamento simplificado, de cunho autodeclarat\u00f3rio, da Superintend\u00eancia Regional Ambiental (Supram), do Sul de Minas e do Munic\u00edpio de Alagoa&#8221;. Al\u00e9m disso, a a\u00e7\u00e3o cita que &#8220;as obras n\u00e3o s\u00e3o de baixo impacto&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para entender toda essa hist\u00f3ria envolvendo um dos rios mais importantes da Mantiqueira, e tamb\u00e9m um dos que t\u00eam a nascente mais alta do pa\u00eds, situada a mais de 2 mil metros de altitude, o jornal BEIRA-RIO entrevistou o diretor executivo adjunto da Crescente F\u00e9rtil, Luis Felipe C\u00e9sar; e a historiadora Aline Rochedo Pachamama, que atua em outra organiza\u00e7\u00e3o participante, a Nova Cambuquira, de Cambuquira\/MG, apesar de hoje morar no lado resendense de Visconde de Mau\u00e1. A historiadora tamb\u00e9m \u00e9 a respons\u00e1vel por ter criado uma peti\u00e7\u00e3o que ultrapassou as 10 mil assinaturas previstas neste domingo, dia 9, pedindo o embargo das obras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Essa peti\u00e7\u00e3o \u00e9 importante porque ela ultrapassou o n\u00famero de habitantes de Alagoa, que \u00e9 a cidade onde vem sendo fomentada essa ideia das hidrel\u00e9tricas. Ou seja ultrapassa o n\u00famero de habitantes da regi\u00e3o. A gente tem que entender esse rio como patrim\u00f4nio nacional, n\u00e3o s\u00f3 na jurisdi\u00e7\u00e3o de quem mora na regi\u00e3o. \u00c9 um decis\u00e3o de toda a sociedade dizer n\u00e3o \u00e0s hidrel\u00e9tricas. Sua constru\u00e7\u00e3o mobilizou grupos da sociedade civil tanto do lado de Minas quanto do lado do Rio de Janeiro. Espero que o pessoal de Resende se envolva, e n\u00f3s estamos nessa inten\u00e7\u00e3o de ter um desdobramento maior para as quest\u00f5es do Rio Preto e tamb\u00e9m para o Para\u00edba do Sul, que j\u00e1 se encontra totalmente degradado em Resende, n\u00e3o tem uma pol\u00edtica p\u00fablica que cuide do direito a \u00e1gua.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pachamama explica que, embora Cambuquira n\u00e3o seja banhada pelo Aiuruoca, a cidade se encontra inserida dentro da Mantiqueira. &#8220;N\u00f3s origin\u00e1rios n\u00e3o vemos essas divis\u00f5es regionais de limites e territ\u00f3rios como os n\u00e3o ind\u00edgenas, essa \u00e9 a regi\u00e3o de origem da minha fam\u00edlia. Estou envolvida em um projeto que \u00e9 o F\u00f3rum das \u00c1guas. E esse grupo Nova Cambuquira j\u00e1 faz um trabalho de preserva\u00e7\u00e3o das \u00e1guas minerais h\u00e1 muitos anos, e por isso \u00e9 importante a nossa participa\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A historiadora destaca que o epis\u00f3dio ocorrido no rio Aiuruoca pode tamb\u00e9m afetar a regi\u00e3o onde est\u00e1 inserida Resende por causa do Rio Preto. &#8220;Todos os rios que perpassam a Mantiqueira \u00e9 como se fossem as nossas veias. Embora a gente pense que o rio Aiuruoca n\u00e3o vai nos afetar por n\u00e3o estar no estado do Rio, tudo que acontecer com ele tamb\u00e9m atingir\u00e1 o Rio Preto. Esse movimento pela n\u00e3o constru\u00e7\u00e3o das hidrel\u00e9tricas \u00e9 para que nenhuma delas adentre o nosso territ\u00f3rio. O rio \u00e9 um reservat\u00f3rio natural de \u00e1guas, portanto \u00e9 que n\u00e3o podemos encarar uma hidrel\u00e9trica como algo natural, que vem para destruir esse rio&#8221;, opina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Rio Preto &#8211; que \u00e9 sub-afluente do Para\u00edba do Sul, que fica na divisa entre Rio e Minas, em Visconde de Mau\u00e1 &#8211; tamb\u00e9m \u00e9 lembrado pelo diretor executivo adjunto da Crescente F\u00e9rtil, que reconhece a possibilidade de um dia o local tamb\u00e9m receber empreendimento semelhante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Esse empreendimento n\u00e3o vai trazer consequ\u00eancias ambientais para o munic\u00edpio de Resende. Ele pode trazer consequ\u00eancias estrat\u00e9gicas e pol\u00edticas na medida que projetos similares sejam licenciados e realizados com base nessa mesma l\u00f3gica de estudos superficiais e sem participa\u00e7\u00e3o da sociedade. E a\u00ed cito especificamente o Rio Preto, que \u00e9 um rio por qual pairam dois projetos de CGHs (pequenas centrais hidrel\u00e9tricas) que podem representar uma situa\u00e7\u00e3o semelhante (a do Aiuruoca) em uma \u00e1rea muito pr\u00f3xima da gente &#8211; cita Lu\u00eds Felipe, que destaca a participa\u00e7\u00e3o de grupos criados na regi\u00e3o de Resende, como o coletivo \u00c1guas da Mantiqueira e o F\u00f3rum Popular da Natureza como contr\u00e1rios ao empreendimento mineiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">POPULA\u00c7\u00c3O SURPREENDIDA DURANTE PANDEMIA<br \/>\nAl\u00e9m disso, o documento tamb\u00e9m destaca que em tempos de isolamento (devido a pandemia do coronav\u00edrus), os moradores da regi\u00e3o foram surpreendidos ao perceberem a instala\u00e7\u00e3o dos CGHs sem qualquer tipo de consulta popular pr\u00e9via, ou procedimentos mais complexos de avalia\u00e7\u00e3o e quantifica\u00e7\u00e3o dos poss\u00edveis danos ambientais. Sem falar que os empreendimentos foram autorizados sem a ci\u00eancia ou a anu\u00eancia do Comit\u00ea de Bacia do Rio Verde do Alto Rio Grande, do Comit\u00ea da APA da Serra da Mantiqueira e da administra\u00e7\u00e3o do Parque Estadual da Serra do Papagaio (Pesp).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As entidades ainda temem que sem a participa\u00e7\u00e3o popular ou processos de licenciamento mais complexos, haja &#8220;o risco da diminui\u00e7\u00e3o de volumes das bacias hidrogr\u00e1ficas, prejudicando a biota\/comunidade aqu\u00e1tica e, assim, desconsiderando os impactos ambientais, que devem ser entendidos de forma mais complexa, considerada toda a rede de rela\u00e7\u00f5es de um ecossistema&#8221;. Sem contar que &#8220;os dois empreendimentos tiveram, isoladamente, as licen\u00e7as simplificadas concedidas, apesar de estarem a apenas 2,5 km (dois quil\u00f4metros e meio) um do outro, sem considerar o conjunto dos danos&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Elas encerram o documento requerendo as interven\u00e7\u00f5es e o &#8220;acolhimento urgente do pedido ministerial&#8221; para suspens\u00e3o imediata do licenciamento ambiental do empreendimento respons\u00e1vel pela CGH Alagoa II, e &#8220;do Documento de Autoriza\u00e7\u00e3o para Interven\u00e7\u00e3o Ambiental (Daia) para a supress\u00e3o de vegeta\u00e7\u00e3o nativa em est\u00e1gio inicial e m\u00e9dio para interven\u00e7\u00e3o em APP (Bioma Mata Atl\u00e2ntica)&#8221;. Assim como tamb\u00e9m a suspens\u00e3o do licenciamento do empreendimento respons\u00e1vel pela CGH Alagoa III, al\u00e9m da &#8220;Autoriza\u00e7\u00e3o para Interven\u00e7\u00e3o Ambiental (AIA) para supress\u00e3o com destoca de vegeta\u00e7\u00e3o nativa em est\u00e1gio inicial de regenera\u00e7\u00e3o do Bioma Mata Atl\u00e2ntica&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m da Crescente F\u00e9rtil e da Nova Cambuquira, tamb\u00e9m assinam o documento as organiza\u00e7\u00f5es Instituto Sintropia, de Aiuruoca\/MG; Funda\u00e7\u00e3o Matutu, tamb\u00e9m de Aiuruoca; Alian\u00e7a em Prol da APA da Pedra Branca, de Caldas\/MG; e Sociedade Amigos do Parque das \u00c1guas, de Caxambu\/MG.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MPMG PEDE PARALISA\u00c7\u00c3O DE OBRA<br \/>\nEsta n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica den\u00fancia noticiada na imprensa contra as empresas e autoridades que permitiram as obras da hidrel\u00e9tricas. Em reportagem veiculada em uma emissora de TV regional neste s\u00e1bado, dia 8, o Minist\u00e9rio P\u00fablico de Minas Gerais (MPMG) pediu na justi\u00e7a a paralisa\u00e7\u00e3o das obras depois que o Coletivo SOS Rio Aiuruoca, que \u00e9 formado por pelo menos 12 entidades de defesa do meio ambiente, pesquisa, e cultura radicadas na serra da Mantiqueira, afirmou, <a href=\"https:\/\/noticias.uol.com.br\/meio-ambiente\/ultimas-noticias\/redacao\/2020\/08\/02\/mg-sem-aval-da-uniao-hidreletricas-sao-construidas-em-area-de-preservacao.htm\">segundo a reportagem de um portal de not\u00edcias<\/a>, do \u00faltimo dia 2, que &#8220;o empreendimento ser\u00e1 instalado em \u00e1rea com prioridade para conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade muito alta&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A mesma reportagem revelou que as duas centrais hidrel\u00e9tricas obtiveram licen\u00e7as ambientais sem que a APA (\u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental) da Mantiqueira tomasse ci\u00eancia do impacto da instala\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00e3o dos empreendimentos. E que a reportagem do portal apurou que a Superintend\u00eancia Regional Ambiental Sul de Minas (Supram) n\u00e3o informou devidamente qual ser\u00e1 o impacto ambiental causado pelos empreendimentos, nem como ser\u00e1 feita a mitiga\u00e7\u00e3o desse impacto, para a APA, \u00f3rg\u00e3o federal respons\u00e1vel que determina as regras de prote\u00e7\u00e3o do meio ambiente na serra, entre os estados de S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com uma den\u00fancia feita pelas entidades do Coletivo ao Minist\u00e9rio P\u00fablico estadual, que pede o embargo imediato das obras, as hidrel\u00e9tricas n\u00e3o poderiam ser consideradas empreendimentos distintos e optar pelas licen\u00e7as ambientais simplificadas que lhes foram concedidos, pois &#8220;est\u00e3o sendo instaladas em \u00e1reas cont\u00edguas&#8221;. As obras seguem acontecendo no local h\u00e1 um ano e estariam pr\u00f3ximas do encerramento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">PREFEITURA FALA SOBRE AUTORIZA\u00c7\u00d5ES<br \/>\nA Prefeitura de Alagoa\/MG <a href=\"https:\/\/www.alagoa.mg.gov.br\/site\/nota-de-esclarecimento\/\">divulgou uma nota de esclarecimento<\/a> endere\u00e7ada \u00e0s &#8220;in\u00fameras reclama\u00e7\u00f5es e indaga\u00e7\u00f5es da Popula\u00e7\u00e3o de Alagoa referente \u00e0 constru\u00e7\u00e3o da Central de Gera\u00e7\u00e3o Hidrel\u00e9trica \u2013 CGH Alagoa III nas imedia\u00e7\u00f5es da Itaoca\/Pedreira\/Morro Vermelho&#8221;, defendendo que &#8220;a obra foi licenciada pelo Governo do Estado de Minas Gerais atrav\u00e9s da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (Semad) sendo emitido o Certificado 101\/2018 datado de 21\/06\/2018 com validade at\u00e9 21\/06\/2028&#8221;. Em rela\u00e7\u00e3o a outorga da \u00e1gua, disse que a autoriza\u00e7\u00e3o foi concedida &#8220;pela Ag\u00eancia Nacional de \u00c1guas (ANA) atrav\u00e9s da Declara\u00e7\u00e3o CNARH N\u00ba 281777 na Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 972, de 05 de Junho de 2017 \/ Documento n\u00ba 00000.034011\/2017-40 o uso de recursos h\u00eddricos de dom\u00ednio da Uni\u00e3o para gera\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica por 35 anos&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A nota ainda destaca que o uso de explosivos teve a autoriza\u00e7\u00e3o concedida pelo Minist\u00e9rio da Defesa, al\u00e9m da autoriza\u00e7\u00e3o dos propriet\u00e1rios de im\u00f3veis rurais da localidade. Quanto a fiscaliza\u00e7\u00e3o ambiental, a Prefeitura tamb\u00e9m disse ter sido informada pela Pol\u00edcia Militar Ambiental, \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel pela fiscaliza\u00e7\u00e3o do empreendimento, que a obra est\u00e1 sendo executada em conformidade com a Autoriza\u00e7\u00e3o fornecida pelo \u00d3rg\u00e3o Estadual. E que &#8220;o empreendimento foi autorizado pelos \u00f3rg\u00e3os competentes em \u00e2mbito Estadual e Federal fugindo da al\u00e7ada municipal a capacidade de autoriza\u00e7\u00e3o e fiscaliza\u00e7\u00e3o da referida obra&#8221;.<\/p>\n<p><em>Fotos: Divulga\u00e7\u00e3o\/Coletivo SOS Aiuruoca<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um grupo de seis associa\u00e7\u00f5es sem fins lucrativos, entre elas a Crescente F\u00e9rtil, com sede no distrito da Serrinha, em Resende, entraram nesta sexta-feira,<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":70247,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pmpro_default_level":"","footnotes":""},"categories":[227,27],"tags":[],"class_list":["post-70240","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-manchete","category-meioambiente","pmpro-has-access"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.7 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Hidrel\u00e9trica no rio Aiuruoca: como essas obras podem afetar Resende e Regi\u00e3o das Agulhas Negras? 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