
{"id":2415,"date":"2012-11-30T11:13:16","date_gmt":"2012-11-30T11:13:16","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalbeirario.com.br\/portal\/portal\/?p=2415"},"modified":"2012-11-30T11:14:01","modified_gmt":"2012-11-30T11:14:01","slug":"quem-pensa-o-amor-o-amor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalbeirario.com.br\/portal\/?p=2415","title":{"rendered":"QUEM PENSA? O amor&#8230;o amor!"},"content":{"rendered":"<p>Resolvi trazer um texto do Mario Prata essa semana porque tenho visto muitos resultados infrut\u00edferos das rela\u00e7\u00f5es discutidas. Nem sempre rela\u00e7\u00f5es amorosas, antes fossem, porque amar, ainda que com prazo de validade vencido (em alguns casos), sempre vale a pena.<br \/>\n\u201cO amor realmente muda as pessoas\u201d, ou\u00e7o isso com frequ\u00eancia de pessoas que t\u00eam no seu c\u00edrculo de amizades pessoas que de alguma forma est\u00e3o mais felizes, talvez menos atenciosas com os amigos e sobretudo menos chatas e racionais. A\u00ed, concluo: na verdade, a falta de amor \u00e9 que muda as pessoas. As torna mais duras consigo mesmas, com os outros ent\u00e3o&#8230; nem se fala. \u00c0s vezes, cegas ou acromat\u00f3picas, mas sempre tamb\u00e9m habilidosas para \u201cdiscutir a rela\u00e7\u00e3o\u201d. Sua rela\u00e7\u00e3o com o mundo e com as pessoas.<\/p>\n<p>Por isso resolvi trazer um texto sem pretens\u00f5es, deste autor mineiro que gosto muito, para uma reflex\u00e3o de nossas rela\u00e7\u00f5es amorosas, mas que podem, guardadas as devidas circunst\u00e2ncias do ambiente, servir para as rela\u00e7\u00f5es cotidianas, no trabalho, nas ruas, com os amigos, nas redes sociais e at\u00e9 naquele exerc\u00edcio do espelho (aquele que s\u00f3 tem uma pessoa sabe?)<\/p>\n<p>Ana L\u00facia <a href=\"mailto:analucia@jornalbeirario.com.br\">analucia@jornalbeirario.com.br<\/a><\/p>\n<p>Amor, vamos discutir a nossa rela\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>M\u00e1rio Prata<\/p>\n<p>\u00a0DISCUTIR: defender ou impugnar (assunto controvertido); questionar.<br \/>\nRELA\u00c7\u00c3O: compara\u00e7\u00e3o entre duas quantidades mensur\u00e1veis.\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 (Aur\u00e9lio)<\/p>\n<p>H\u00e1 alguns anos, eu e minha mulher (hoje ex-) fomos convidados pelo cantor e compositor Jo\u00e3o Bosco para assistirmos ao show dele no Teatro Municipal de Santo Andr\u00e9. Como n\u00e3o sab\u00edamos o caminho, Jo\u00e3o Bosco, que ia com a Kombi da gravadora, ofereceu-se para uma carona. Pegamos ainda o genial jornalista policial Ot\u00e1vio Ribeiro (Pena Branca) e sua noiva no Hotel Cineasta no centro de S\u00e3o Paulo e l\u00e1 fomos n\u00f3s. Pena tinha acabado de escrever um livro chamado Barra Pesada.<br \/>\nQuando chegamos, o teatro estava superlotado, n\u00e3o havendo mais espa\u00e7o nem no ch\u00e3o. O produtor do Jo\u00e3o nos arrumou quatro cadeiras e l\u00e1 ficamos n\u00f3s num cantinho do palco. No centro, com foco de luz, apenas o Jo\u00e3o, o banquinho e o viol\u00e3o.<br \/>\nFoi quando tudo se deu. Pena Branca e a noiva come\u00e7aram uma discuss\u00e3o no palco. L\u00e1 no cantinho, para constrangimento meu e da Marta, enquanto Jo\u00e3o Bosco reclamava de &#8220;um torturante bandeide no calcanhar&#8221;. Da discuss\u00e3o partiram para um bate-boca de baix\u00edssimo n\u00edvel. Altos brados e baixos cal\u00f5es. Come\u00e7aram a se xingar. O que aconteceu \u00e9 que as mais de mil pessoas que lotavam o teatro come\u00e7aram a desviar os olhos do centro do palco para o canto. Ali, naquele pequeno espa\u00e7o c\u00eanico, estava acontecendo um outro espet\u00e1culo. Um casal DISCUTIA A RELA\u00c7\u00c3O, com o Jo\u00e3o Bosco fazendo um mero e distante fundo musical. Foi um sucesso, para desespero meu e da Marta, meros figurantes sem fala, por\u00e9m boquiabertos. N\u00e3o sei se o meu saudoso Pena Branca continuou com a mo\u00e7a depois daquele dia. Sim, porque quando se come\u00e7a a DISCUTIR A RELA\u00c7\u00c3O \u00e9, quase sempre, porque n\u00e3o existe mais rela\u00e7\u00e3o. Apenas discuss\u00e3o.<br \/>\nDISCUTIR A RELA\u00c7\u00c3O \u00e9 um ato recente. Antigamente, l\u00e1 pelos anos 60, n\u00e3o se fazia isso. Quando o namorado ou a namorada chegava para o outro e dizia: &#8220;Sabe, eu estive pensando&#8230;\u201d Pronto, o ouvinte j\u00e1 sabia que era o fim. N\u00e3o havia mais o que discutir. Sa\u00eda cada um para o seu lado dizendo que houve (que saudades) uma &#8220;incompatibilidade de g\u00eanios&#8221;. Isso resolvia tudo.<br \/>\nE os nossos pais jamais discutiram a rela\u00e7\u00e3o. Nem mesmo a rela\u00e7\u00e3o sexual. Dava-se uma porrada e n\u00e3o se falava mais naquilo. As mulheres (infelizmente) sabiam do seu lugar ao lado do fog\u00e3o, sem o fogo do amado.<br \/>\nMas o mundo girou, a lusitana rodou, vieram os psicanalistas e as feministas. Sim, foram eles que instigaram as mulheres a DISCUTIR A RELA\u00c7\u00c3O. Sim, s\u00e3o sempre as mulheres que come\u00e7am (e acabam) as discuss\u00f5es e as rela\u00e7\u00f5es. Os terapeutas, porque colocam na cabe\u00e7a da gente que devemos dizer tudo que pensamos da pessoa amada para ela e n\u00e3o para o melhor amigo. E as feministas, bem, as feministas&#8230;<br \/>\nMas, antes de surgir a express\u00e3o DISCUTIR A RELA\u00c7\u00c3O, tivemos outros nomes para a mesma desgastante peleja. &#8220;Vamos dar um tempo&#8217; n\u00e3o durou muito. Depois surgiu &#8220;Nossa rela\u00e7\u00e3o est\u00e1 desgastada&#8221;. Por que n\u00e3o &#8220;gastada&#8221;?<br \/>\nHoje, modismo ou n\u00e3o, n\u00e3o h\u00e1 casal que n\u00e3o DISCUTA A RELA\u00c7\u00c3O, pelo menos uma vez por semana, igualando ao n\u00famero de atividades sexuais. DISCUTE-SE A RELA\u00c7\u00c3O nos mais variados lugares. Alguns sombrios, outros perigosos.<br \/>\nO melhor lugar para se discutir a rela\u00e7\u00e3o \u00e9 na sala. Est\u00e1-se pr\u00f3ximo do u\u00edsque, da televis\u00e3o que pode ser ligada a qualquer momento e mesmo da porta, para uma sa\u00edda furtiva e quase sempre covarde. E \u00e9 \u00f3timo DISCUTIR A RELA\u00c7\u00c3O andando em c\u00edrculos, com um copo na m\u00e3o, um ouvido na fera e um olho no futebol. Sim, as mulheres adoram esta atividade aos domingos. Eu tenho um amigo que, quando quer sair sozinho com os amigos, diz: &#8220;Vou at\u00e9 l\u00e1 em casa e dou um jeito de DISCUTIR A RELA\u00c7\u00c3O com a patroa, ela fica irritada e eu tenho um motivo para voltar aqui para o bar&#8217;.<br \/>\nDISCUTIR A RELA\u00c7\u00c3O no quarto s\u00f3 tem duas sa\u00eddas. Tudo terminar numa bel\u00edssima e lacrimejante cena de amor (\u00e0s vezes, at\u00e9 com uns tapinhas carinhosos) ou a ida de um dos meliantes para o outro quarto. No quarto, \u00e9 imposs\u00edvel se tratar deste assunto impunemente. Principalmente se os dois atletas estiverem deitados. E nus. E se houver alguma faca por perto. Vide Robbit.<br \/>\nNo carro, \u00e9 um perigo. Deveria haver multa para esses casais que colocam em risco n\u00e3o apenas a vida deles, como tamb\u00e9m dos transeuntes e demais carros. DISCUTIR A RELA\u00c7\u00c3O dentro do carro sempre acaba em trombada na cara. E quem est\u00e1 dirigindo leva sempre a pior. Ou ent\u00e3o propor um rod\u00edzio. Segunda, n\u00e3o discutem casais com final 1 e 2. Ter\u00e7a, 3 e 4. E assim por diante.<br \/>\nAgora, n\u00e3o h\u00e1 nada mais desagrad\u00e1vel do que DISCUTIR A RELA\u00c7\u00c3O por telefone. \u00c9 um horror. Geralmente \u00e9 de madrugada. Longos sil\u00eancios&#8230; &#8220;Voc\u00ea est\u00e1 me ouvindo? Voc\u00ea est\u00e1 a\u00ed?&#8221; A gente n\u00e3o v\u00ea os olhos da outra pessoa, o sarc\u00e1stico sorrisinho, a pequena l\u00e1grima rolando. Sem falar na conta do telefone.<br \/>\nE no restaurante, voc\u00eas j\u00e1 repararam? Sempre tem alguns casais que chegam calados, comem calados e calados saem. Um n\u00e3o dirige a palavra para o outro. Ledo engano. Eles est\u00e3o, em sil\u00eancio, DISCUTINDO A RELA\u00c7\u00c3O. Acho uma covardia DISCUTIR A RELA\u00c7\u00c3O em sil\u00eancio. Eles n\u00e3o falam nada. Ela fica quebrando palitos e ele rasgando o guardanapo de papel. Imundando o restaurante.<br \/>\nJ\u00e1 os mais modernos DISCUTEM A RELA\u00c7\u00c3O via Internet. Ele digita um disparate para ela na Vila Madalena, o texto vai para um sat\u00e9lite, dali vai para Columbus (Ohio, USA), volta ao sat\u00e9lite, baixa na central do Rio de Janeiro e, finalmente, entra no computador dela em Pinheiros, a uns 500 metros de dist\u00e2ncia. Depois \u00e9 a vez dela fazer o mesmo. Coitado do sat\u00e9lite que tem que decifrar aqueles palavr\u00f5es todos. Em portugu\u00eas, \u00e9 claro!<br \/>\nMas o pior n\u00e3o \u00e9 DISCUTIR A RELA\u00c7\u00c3O. O pior \u00e9 pagar fortunas a um profissional, sentar-se numa poltrona ou div\u00e3 e ficar ali, durante 50 minutos, por intermin\u00e1veis semanas, meses a fio, anos seguidos, repetindo tintim por tintim como foi a nossa \u00faltima conversa com o ser amado, fazendo um esfor\u00e7o danado para lembrar fala por fala, todos os di\u00e1logos. E o terapeuta l\u00e1, com aquele olho de peixe morto, ca\u00eddo, quase bocejando, ouvindo, pela oitava vez, naquela mesma tarde, a mesma nauseante hist\u00f3ria de amor.<br \/>\nSim, porque com ele a gente n\u00e3o DISCUTE A RELA\u00c7\u00c3O. Discutimos, no m\u00e1ximo, o pre\u00e7o. Da nossa dor.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resolvi trazer um texto do Mario Prata essa semana porque tenho visto muitos resultados infrut\u00edferos das rela\u00e7\u00f5es discutidas. 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