
{"id":20349,"date":"2014-03-21T12:19:45","date_gmt":"2014-03-21T12:19:45","guid":{"rendered":"http:\/\/jornalbeirario.com.br\/portal\/portal\/?p=20349"},"modified":"2014-03-21T15:36:19","modified_gmt":"2014-03-21T15:36:19","slug":"quem-pensa-se-recicla-pouco-o-consumo-e-demasiado-e-sempre-tem-alguem-levando-vantagem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/jornalbeirario.com.br\/portal\/?p=20349","title":{"rendered":"QUEM PENSA? Se recicla pouco, o consumo \u00e9 demasiado e sempre tem algu\u00e9m levando vantagem"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Durante toda a semana fiquei observando a quantidade de lixo e o tipo de lixo de Resende. E \u00e9 assustador o consumo pouco pensado que praticamos e com isso como somos respons\u00e1veis por essa produ\u00e7\u00e3o de lixo, e para completar, pouco nos preocupamos com a destina\u00e7\u00e3o deste lixo. O <strong>BEIRA-RIO<\/strong> estar\u00e1 colaborando com este tema, a partir da pr\u00f3xima semana, de forma mais aprofundada, dedicando uma p\u00e1gina a este debate sobre consumo e reciclagem. Para iniciarmos o assunto selecionei um artigo que considero importante para reflex\u00e3o do tema e nos mostra que a inten\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica j\u00e1 foi em alguns aspectos, sepultada pelo interesse econ\u00f4mico, ainda que mascare isso com a fachada dos tr\u00eas Rs (Reduzir, Reutilizar e Reciclar). O artigo \u00e9 do professor de gest\u00e3o ambiental, bi\u00f3logo e doutor em Ci\u00eancias Sociais, Philippe Pomier Layrargues (2002), e para ler todo o texto acesse http:\/\/migre.me\/ipYCx. Pe\u00e7o que considere poss\u00edveis altera\u00e7\u00f5es num\u00e9ricas que precisam de atualiza\u00e7\u00e3o, mas isto n\u00e3o tira a import\u00e2ncia da informa\u00e7\u00e3o e dos alertas feitos sobre os interesses de campanhas de reciclagem, assim como programas governamentais que vendem a ideia de que est\u00e3o trabalhando em prol do meio ambiente. Abaixo apenas parte do texto para iniciarmos o debate.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Ana L\u00facia<\/em><br \/>\n<em> editora do jornal <strong>BEIRA-RIO<\/strong><\/em><br \/>\n<em> analucia@jornalbeirario.com.br<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O CINISMO DA RECICLAGEM: o significado ideol\u00f3gico da reciclagem da lata de alum\u00ednio e suas implica\u00e7\u00f5es para a educa\u00e7\u00e3o ambiental<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O itiner\u00e1rio de um reducionismo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A quest\u00e3o do lixo vem sendo apontada pelos ambientalistas como um dos mais graves problemas ambientais urbanos da atualidade, a ponto de ter-se tornado objeto de proposi\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas para seu enfrentamento e alvo privilegiado de programas de educa\u00e7\u00e3o ambiental na escola brasileira. A compreens\u00e3o da necessidade do gerenciamento integrado dos res\u00edduos s\u00f3lidos propiciou a formula\u00e7\u00e3o da chamada Pol\u00edtica ou Pedagogia dos 3R&#8217;s, que inspira t\u00e9cnica e pedagogicamente os meios de enfrentamento da quest\u00e3o do lixo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No entanto, apesar da complexidade do tema, muitos programas de educa\u00e7\u00e3o ambiental na escola s\u00e3o implementados de modo reducionista, j\u00e1 que, em fun\u00e7\u00e3o da reciclagem, desenvolvem apenas a Coleta Seletiva de Lixo, em detrimento de uma reflex\u00e3o cr\u00edtica e abrangente a respeito dos valores culturais da sociedade de consumo, do consumismo, do industrialismo, do modo de produ\u00e7\u00e3o capitalista e dos aspectos pol\u00edticos e econ\u00f4micos da quest\u00e3o do lixo. E a despeito dessa tend\u00eancia pragm\u00e1tica, pouco esfor\u00e7o tem sido dedicado \u00e0 an\u00e1lise do significado ideol\u00f3gico da reciclagem, em particular da lata de alum\u00ednio (material que mais se destaca entre os recicl\u00e1veis), e suas implica\u00e7\u00f5es para a educa\u00e7\u00e3o ambiental reducionista, mais preocupada com a promo\u00e7\u00e3o de uma mudan\u00e7a comportamental sobre a t\u00e9cnica da disposi\u00e7\u00e3o domiciliar do lixo (coleta convencional x coleta seletiva) do que com a reflex\u00e3o sobre a mudan\u00e7a dos valores culturais que sustentam o estilo de produ\u00e7\u00e3o e consumo da sociedade moderna.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa pr\u00e1tica educativa, que se insere na l\u00f3gica da metodologia da resolu\u00e7\u00e3o de problemas ambientais locais de modo pragm\u00e1tico, tornando a reciclagem do lixo uma atividade-fim, ao inv\u00e9s de consider\u00e1-la um tema-gerador para o questionamento das causas e consequ\u00eancias da quest\u00e3o do lixo, remete-nos de forma alienada \u00e0 discuss\u00e3o dos aspectos t\u00e9cnicos da reciclagem, evadindo-se da dimens\u00e3o pol\u00edtica. Analisando-se a literatura a respeito da interface entre a educa\u00e7\u00e3o ambiental e a quest\u00e3o do lixo, observa-se uma excessiva predomin\u00e2ncia da discuss\u00e3o a respeito dos aspectos t\u00e9cnicos, psicol\u00f3gicos e comportamentais da gest\u00e3o do lixo, em detrimento de seus aspectos pol\u00edticos. A discuss\u00e3o conduzida pela educa\u00e7\u00e3o ambiental est\u00e1 consideravelmente deslocada do eixo da forma\u00e7\u00e3o da cidadania enquanto atua\u00e7\u00e3o coletiva na esfera p\u00fablica, j\u00e1 que h\u00e1 um expressivo sil\u00eancio no que se refere \u00e0 implementa\u00e7\u00e3o de alternativas para o tratamento do lixo por interm\u00e9dio da regula\u00e7\u00e3o estatal ou dos mecanismos de mercado. Al\u00e9m disso, a ques<br \/>\nt\u00e3o do lixo, nas suas variadas facetas, ainda n\u00e3o se tornou objeto de demanda social espec\u00edfica pela cria\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas, a exemplo das lutas socioambientais j\u00e1 consolidadas em alguns movimentos sociais. As dispersas e isoladas iniciativas de cria\u00e7\u00e3o de cooperativas de catadores de lixo, por exemplo, ainda n\u00e3o alcan\u00e7aram uma articula\u00e7\u00e3o ampla e coesa o suficiente para transformar essa atividade em pol\u00edtica p\u00fablica. \u00c9, ent\u00e3o, na tentativa de resgatar o significado pol\u00edtico-ideol\u00f3gico da reciclagem que apresentamos a presente reflex\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com Sewell (1978), as crescentes obje\u00e7\u00f5es ao volume de res\u00edduos s\u00f3lidos dividem-se em cinco categorias: sa\u00fade p\u00fablica, custos de recolhimento e processamento, est\u00e9tica, ocupa\u00e7\u00e3o de espa\u00e7o em dep\u00f3sitos de lixo e esgotamento dos recursos naturais. Mas a discuss\u00e3o que inaugura o debate a respeito da Coleta Seletiva de Lixo como uma alternativa tecnol\u00f3gica para o tratamento dos res\u00edduos s\u00f3lidos baseia-se no panorama da satura\u00e7\u00e3o dos dep\u00f3sitos de lixo: a cada ano, avolumam-se as dificuldades que os munic\u00edpios encontram para a destina\u00e7\u00e3o final do lixo. Problemas de ordem pol\u00edtica e t\u00e9cnica tornam a coleta convencional de lixo cada vez mais onerosa, a ponto de favorecer o surgimento da tecnologia baseada na coleta seletiva, complementar \u00e0 coleta convencional. Um fator adicional ao surgimento da Coleta Seletiva de Lixo \u00e9 a constata\u00e7\u00e3o da possibilidade de esgotamento dos recursos naturais, sobretudo dos n\u00e3o-renov\u00e1veis: segundo proje\u00e7\u00f5es futuristas de alguns especialistas, em especial do controvertido Clube d<br \/>\ne Roma (Meadows et al, 1978), o uso de certos recursos minerais pode provocar um colapso em curto espa\u00e7o de tempo, se as tend\u00eancias na explora\u00e7\u00e3o mineral n\u00e3o forem alteradas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O texto a seguir, extra\u00eddo de uma homepage brasileira especializada na divulga\u00e7\u00e3o de dados sobre a reciclagem do lixo, retrata fielmente a percep\u00e7\u00e3o dominante a respeito da fun\u00e7\u00e3o da Coleta Seletiva do Lixo:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A coleta seletiva \u00e9 uma alternativa ecologicamente correta que desvia do destino em aterros sanit\u00e1rios ou lix\u00f5es, res\u00edduos s\u00f3lidos que podem ser reciclados. Com isso, dois objetivos importantes s\u00e3o alcan\u00e7ados. Por um lado a vida \u00fatil dos aterros sanit\u00e1rios \u00e9 prolongada e o meio ambiente \u00e9 menos contaminado. Por outro lado o uso de mat\u00e9ria-prima recicl\u00e1vel diminui a extra\u00e7\u00e3o dos nossos tesouros naturais. Uma lata velha que se transforma em uma lata nova \u00e9 muito melhor que uma lata a mais. E de lata em lata o planeta vai virando um lix\u00e3o&#8230;&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Pol\u00edtica dos 3R&#8217;s segundo o discurso ecol\u00f3gico alternativo e oficial<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Carvalho (1991), ao analisar o discurso ambientalista governamental brasileiro, aponta a exist\u00eancia de duas matrizes discursivas sobre a quest\u00e3o ambiental: um discurso ecol\u00f3gico oficial, enunciado pelo ambientalismo governamental, representante da ideologia hegem\u00f4nica e encarregado de manter os valores culturais institu\u00eddos na sociedade; e um discurso ecol\u00f3gico alternativo, proferido pelo ambientalismo original strictu sensu, corporificado pelo movimento social organizado, representante da ideologia contra-hegem\u00f4nica e encarregado de disseminar valores subversivos \u00e0 ordem social e econ\u00f4mica institu\u00edda. Em pesquisa anterior (Layrargues, 1998), identificamos no discurso do ambientalismo empresarial brasileiro a mesma postura do governamental, ou seja, a miss\u00e3o discursiva de difundir e cristalizar a ideologia hegem\u00f4nica, impedindo ao mesmo tempo, qualquer manifesta\u00e7\u00e3o subversiva. \u00c9 importante frisar que, no limite, apesar da possibilidade de articula\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica para o enfrentamento de determinados problemas ambientais, o ide\u00e1rio do ambientalismo alternativo op\u00f5e-se ao oficial. Enquanto o oficial deseja manter o status quo, o alternativo deseja transform\u00e1-lo. Desse modo, cada composi\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica ter\u00e1 uma determinada vis\u00e3o da quest\u00e3o do lixo, uma determinada leitura do significado da Pol\u00edtica dos 3R&#8217;s e, no que se refere \u00e0 educa\u00e7\u00e3o ambiental, um conjunto de proposi\u00e7\u00f5es pedag\u00f3gicas diferentes, de acordo com a vis\u00e3o de mundo e os interesses que as inspiram.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para o discurso ecol\u00f3gico alternativo, a quest\u00e3o do lixo \u00e9 um problema de ordem cultural e, assim, ele situa a cultura do consumismo como um dos alvos da cr\u00edtica \u00e0 sociedade moderna. Martell (1994) chega inclusive a afirmar que o consumismo \u00e9 o item mais expressivo da cr\u00edtica da sociedade sustent\u00e1vel. Segundo Ekins (1998a), desde que Adam Smith afirmou que a produ\u00e7\u00e3o tem como finalidade o consumo, a economia estabeleceu como objetivo aument\u00e1-lo, e ele passou a ser entendido culturalmente como sin\u00f4nimo de bem-estar. O problema \u00e9 que atualmente o consumismo \u00e9 visto tamb\u00e9m como respons\u00e1vel por uma s\u00e9rie de problemas ambientais, e desse modo, n\u00e3o pode mais ser compreendido unicamente como sin\u00f4nimo de felicidade.\u00a0 (&#8230;)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Pedagogia da Reciclagem \u00e9 liberal ou progressista?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como a educa\u00e7\u00e3o ambiental interage com essa situa\u00e7\u00e3o, em que momento o discurso ecol\u00f3gico oficial substitui a Pedagogia dos 3R&#8217;s pela Pedagogia da Reciclagem? A educa\u00e7\u00e3o ambiental, que se traduz como a &#8220;atribuidora de sentidos&#8221; aos problemas ambientais, se qualifica aqui como liberal ou progressista? \u00c0 primeira vista, causa estranheza a tentativa de rotular o modelo pensado e praticado de educa\u00e7\u00e3o ambiental. Contudo, autores como Carvalho (1998), Lima (1999), Guimar\u00e3es (2000) e Loureiro &amp; Layrargues (2000), ressaltam que j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 mais poss\u00edvel definir a educa\u00e7\u00e3o ambiental a partir de um \u00fanico modelo, n\u00e3o \u00e9 mais poss\u00edvel se referir genericamente a uma educa\u00e7\u00e3o ambiental, sem qualific\u00e1-la. Nas palavras de Carvalho (1998), &#8220;do mesmo modo que o debate ecol\u00f3gico, a educa\u00e7\u00e3o ambiental ao expandir sua \u00e1rea de visibilidade e ades\u00e3o pelos diversos setores da sociedade tem sido associada a diferentes matrizes de valores e interesses, gerando um quadro bastante complexo de educa\u00e7\u00f5es ambientais com orienta\u00e7\u00f5es metodol\u00f3gicas e pol\u00edticas bastante diversas.&#8221; (p. 124)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A educa\u00e7\u00e3o \u00e9 apontada ingenuamente como solu\u00e7\u00e3o para tudo, como se fosse um mero instrumento de socializa\u00e7\u00e3o. Mas \u00e9 tamb\u00e9m, por interm\u00e9dio da escola, um instrumento de domina\u00e7\u00e3o, de manuten\u00e7\u00e3o da ideologia hegem\u00f4nica e dos interesses da classe dominante, em luta contra as for\u00e7as contra-hegem\u00f4nicas. A educa\u00e7\u00e3o \u00e9 um aparelho ideol\u00f3gico que se torna palco permanente de conflito entre interesses conservadores e libert\u00e1rios. E cada a\u00e7\u00e3o cotidiana, cada projeto, como os programas de Coleta Seletiva de Lixo nas escolas, carregam uma determinada filia\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica, ainda que n\u00e3o intencional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A educa\u00e7\u00e3o ambiental progressista, concebida como instrumento de transforma\u00e7\u00e3o social, no entender de Almeida Jr. (1992), n\u00e3o visa apenas \u00e0 internaliza\u00e7\u00e3o da pauta ambiental na escola e na sociedade. Seu verdadeiro sentido \u00e9 a promo\u00e7\u00e3o da reflex\u00e3o dos valores fundamentais da sociedade moderna e das institui\u00e7\u00f5es que se valem desses princ\u00edpios para dominar, oprimir e explorar tanto a natureza como certas camadas da sociedade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(&#8230;)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enfim, sem esquecer que os padr\u00f5es de consumo praticados pelo primeiro mundo e pelas elites do terceiro mundo &#8211; que n\u00e3o s\u00e3o mimeticamente generaliz\u00e1veis ao conjunto da humanidade -, \u00e9 que constituem a for\u00e7a propulsora do esgotamento ambiental (Parikh et al, 1994), o verdadeiro consumidor verde, ou melhor, o verdadeiro cidad\u00e3o consciente e respons\u00e1vel n\u00e3o \u00e9 aquele que escolhe consumir preferencialmente produtos recicl\u00e1veis, ou que se engaja voluntariamente nos programas de reciclagem, mas aquele que cobra do Poder P\u00fablico, por meio de processos coletivos de press\u00e3o, que o mercado ponha um fim na obsolesc\u00eancia planejada e na descartabilidade, e, sobretudo, que exige do Estado a implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas que destruam os mecanismos perversos de concentra\u00e7\u00e3o de renda, propiciando, assim, a possibilidade de o grupo social dos catadores e sucateiros repartir igualitariamente os ganhos oriundos da economia proporcionada pela reciclagem do lixo, os quais, segundo Calderoni (1998), giram em torno de R$ 4,6 bilh\u00f5es anuais. Se a educa\u00e7\u00e3o ambiental pode ao mesmo tempo reverter tanto a degrada\u00e7\u00e3o ambiental como a opress\u00e3o social e a explora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, por que n\u00e3o faz\u00ea-lo?\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Durante toda a semana fiquei observando a quantidade de lixo e o tipo de lixo de Resende. E \u00e9 assustador o consumo pouco pensado<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pmpro_default_level":"","footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"class_list":["post-20349","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-opiniao","pmpro-has-access"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>QUEM PENSA? 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