De uma mistura diferente nasceu o “creme de café”

Representante Uile Rocha apresentou produto na cantina do jornal BEIRA-RIO

O ano era 2012. A empresária Cristina Pascoli, durante a realização do Café com Batom, evento organizado por ela própria, recebeu de uma das participantes uma receita de capuccino. Por várias vezes, ela tentou fazer em casa, sem sucesso. No entanto, resolveu guardar a mistura na geladeira e posteriormente adicionou café. E sem querer, acabou criando um creme de café.

Cristina passou a oferecer o capuccino nos eventos seguintes, até que a empresa de logística do marido, Alex Tongo, começou a falir. Então, para ajudar com as despesas em casa e a garantir o Natal de 2012 da família, ela resolveu vender a mistura que aprendeu a fazer, e começou a produzir vários potes, chegando a vender até 100 potes em uma única semana. Com o passar do tempo, ampliou sua clientela e passou a fabricar o produto em casa.

O negócio cresceu tanto que acabou ganhando uma fábrica própria, em Serra/ES, município onde Cristina e sua família moram. Ela abriu no ano de 2013 a Café Caramello. E em 2015, ela implentou um projeto de franquias distribuidoras, e vem conquistando espaço no mercado internacional desde o ano passado, exportando para países como China, Europa e Estados Unidos.

E nesta sexta-feira, dia 29, aniversário de Resende, o jornal BEIRA-RIO recebeu a visita de um representante da marca no Sul Fluminense, Uile Pires, que esteve na redação promovendo uma degustação da marca, que vem conquistando cada vez mais o mercado do Sul Fluminense.

Ele aproveitou para falar um pouco sobre o produto, como deve ser conservado e o mercado atual da franquia. “Estamos tentando fazer crescer esse negócio na região, mas ainda não chegamos aqui atingir o mesmo status de marca conhecida do cliente, como já acontece em Minas Gerais”, diz Uile, que revelou mais uma curiosidade relacionada ao registro do produto.

— Quando os proprietários foram registrar o Café Caramello na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), surgiu um problema, pois não existia a categoria “creme de café”, e aí foi criada para que eles pudessem fazer o registro – relembra.

De acordo com Uile, o produto pode ser consumido de diversas maneiras, tanto de forma tradicional como também com outros acompanhamentos como sorvetes, iogurtes e brigadeiros. Pode também ser apreciado quente ou frio, e tem 10 diferentes sabores, dos mais tradicionais aos sabores de rum, amarula e menta.

O produto pode ser encontrado em alguns estabelecimentos da região, e os interessados em conhecer a marca ou revender o produto poderão entrar em contato com Uile Pires, pelo telefone (24) 99276-8221.

 

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