Preocupados com o desemprego

O prazo para que os municípios brasileiros se adequassem à Política Nacional de Resíduos Sólidos terminou em agosto. Preocupados com a perda dos empregos caso a prefeitura escolha enviar o lixo para o Centro de Tratamento de Resíduos (CTR) de Barra Mansa, os 22 catadores da Associação dos Garimpeiros do Aterro Sanitário de Resende (Agasar), que trabalham no aterro de Bulhões, foram para a Avenida Albino de Almeida, em Campos Elíseos, na manhã do dia 20, pedir o apoio da população.

Reunidos em frente à agência da Caixa Econômica Federal, parte deles, liderados pelo presidente Caetano Antônio de Souza e pelo vice Mauri da Silva, distribuíram cópias da carta aberta voltada à população (leia na íntegra na página 12). “Temos várias propostas, mas a principal delas é que nós queremos fazer o nosso trabalho de triagem do lixo durante o transbordo (quando o lixo que chega ao aterro fica armazenado em caminhões, aguardando o transporte para outro lugar, ao invés de se acumular no chão). Com a não adequação de Resende à lei dos Resíduos Sólidos, o município poderá destinar todo o lixo para uma empresa de Barra Mansa e corremos o risco de conviver com o desemprego”, explica Caetano.

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