Problema de colesterol genético

Portadores de hipercolesterolemia familiar são mais propensos à formação de placas que entopem as artérias e deflagram distúrbios cardiovasculares. A doença é fruto de defeitos genéticos que provocam falhas no sistema de limpeza das artérias. O resultado é o aumento do colesterol ruim, o LDL estopim para a aterosclerose.

A estimativa é que o Brasil tenha cerca de 300 mil portadores de hipercolesterolemia. No Instituto do Coração, em São Paulo, um programa chamado Hipercol Brasil identifica os pacientes com mutação no gene, responsável pela doença, os encaminha para tratamento e realiza exames nos familiares do paciente para detectar se eles também são portadores da falha genética. Mesmo se o paciente tem a mutação, mas a doença não se manifestou, a chance de seus descendentes herdarem o defeito é de 50%.

Na maioria dos casos, a hipercolesterolemia não apresenta sintomas. Por isso, uma das principais medidas de prevenção é medir o colesterol desde cedo. Quando antes for feito o diagnóstico, melhor será o tratamento.

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